VUNESP – Prefeitura de São José do Rio Preto/SP 2011 – Questão 42

42. G. C. C., 30 anos, apresentou uma lesão no LCA em jogo de futebol. O teste especial realizado inicialmente para diagnosticar a lesão é:

(A) gaveta anterior.

(B) gaveta posterior.

(C) MacMurray.

(D) compressão e tração de Apley.

(E) posteriorização passiva da tíbia.

 

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Essa é fácil. Lembrem que o ligamento é cruzado, mas a gaveta desliza reta. Ligamento cruzado anterior, Gaveta anterior.

Só para lembrar quem já sabe e atualizar vocês caros colegas estudantes ou que atuam em outras áreas, esse teste é útil pra confirmar, principalmente quando já há uma ruptura completa de ligamentos. Mas existe também um teste chamado Lelli, que deve ser levado em consideração para fins de diagnóstico. Eu gosto de fazer logo uma varredura e faço vários testes.

O teste de Lelli, manobra inventada pelo cirurgião italiano Alessandro Lelli, é o teste funcional mais fidedigno para avaliação da funcionalidade do LCA. O teste pode confirmar a LESÃO LIGAMENTAR PARCIAL OU TOTAL DO LCA. Nas lesões parciais, detecta se o ligamento é funcional ou não. O teste é eficaz na fase aguda, quando o joelho está muito dolorido, e também na fase crônica da lesão. Além disso, não interfere na existência ou não de lesão em outros ligamentos ou estruturas do joelho.

Além dos links da página “Material de estudo”, recomendo o blog do João Maia, de onde pirateei os textos abaixo.

http://fisioterapiajoaomaia.blogspot.pt/search/label/diagn%C3%B3stico%20em%20fisioterapia

Lachman

Descrição
O teste de Lachman é um teste de movimento passivo acessório do joelho, que é executado para identificar a integridade do ligamento cruzado anterior, ou LCA. O teste foi desenvolvido para avaliar a instabilidade do joelho no plano sagital.

Técnica
Com o paciente deitado de barriga para cima, coloque o joelho do paciente a cerca de 20-30º de flexão e a perna deve ser rodada externamente. O examinador deve colocar uma mão atrás da tíbia e outra na coxa do paciente. É importante que o polegar do examinador esteja na tuberosidade tibial. Puxando anteriormente a tíbia, um LCA intacto deve impedir  movimento de translação para a frente da tíbia sobre o fémur. A translação anterior da tíbia associada com um fim de movimento mole indica um teste positivo.

Sensibilidade e fiabilidade

Os três testes mais precisos para a detecção de uma rutura do LCA são o teste de Lachman (sensibilidade de 60 a 100%, média 84%), o teste de gaveta anterior (sensibilidade de 9 a 93%, média 62%), e o teste de pivot-shift (sensibilidade de 27 a 95%, com média de 62%).Se realizado corretamente, um exame completo do joelho para avaliar uma suspeita de lesão do LCA pode ser altamente preciso, com uma sensibilidade e especificidade de 82 e 94%, respectivamente.

Solomon DH, et al. The rational clinical examination. Does this patient have a torn meniscus or ligament of the knee? Value of the physical examination. JAMA. 2001, 286 (13) :1610-1620.

Teste de gaveta anterior

Descrição
O teste de gaveta anterior é comumente usado para testar a integridade do ligamento cruzado anterior (LCA). Este é um dos mais conhecidos e mais utilizados exames especiais em ortopedia e é também um dos mais fáceis de executar.

Técnica
O teste é realizado com o paciente deitado de barriga para cima, com os joelhos dobrados a cerca de 90º. O examinador senta-se em ambos os pés do paciente e coloca suas mãos em torno da tíbia superior da perna a examinar. Os polegares de ambas as mãos devem ficar na tuberosidade anterior da tíbia. A partir desta posição o examinador puxa a tíbia para si. Este teste é considerado positivo se houver translação anterior excessiva e uma sensação de fim de movimento mole, que é indicativo de que o movimento é parado não pelo LCA, mas sim por estruturas secundárias. O examinador deve fazer o mesmo teste com a outra perna como comparação.

Sensibilidade e fiabilidade
Os três testes mais precisos para a detecção de uma rutura do LCA são oteste de Lachman (sensibilidade de 60 a 100%, média 84%), o teste de gaveta anterior (sensibilidade de 9 a 93%, média 62%), e o teste de pivot shift (sensibilidade de 27 a 95%, com média de 62%).
Se realizado corretamente, um exame completo do joelho para avaliar uma suspeita de lesão do LCA pode ser altamente preciso, com uma sensibilidade e especificidade de 82 e 94%, respectivamente.

Solomon DH, et al. The rational clinical examination. Does this patient have a torn meniscus or ligament of the knee? Value of the physical examination. JAMA. 2001, 286 (13) :1610-1620.

Teste de stress em varo do joelho

Descrição
Este teste é usado para avaliar a integridade do ligamento colaterial lateral. O ligamento colateral lateral é importante para resistir à força em varo no joelho devido da sua inserção ao longo do fémur e cabeça do perónio. Como o nervo peronial localizado ao redor da cabeça do perónio, qualquer lesão em varo do joelho poderá lesar o nervo peronial também.

Técnica
O paciente deve estar deitado de barriga para cima, com a perna a testar relaxada. O examinador deve passivamente dobrar a perna a cerca de 30º de flexão. Enquanto palpa a linha lateral da articulação, o examinador deverá aplicar uma força em varo ao joelho do paciente. Um teste positivo ocorre quando se observa dor ou movimento excessivo da articulação (algum deslizamento lateral é normal a 30º de flexão do joelho). O examinador deve certificar-se que não produziu uma rotação da anca durante a aplicação da força. Em seguida, o examinador deve repetir o teste com o joelho na posição neutra (0 º de flexão). O teste  é positivo quando se observa dor ou deslizamento lateral.

Precisão do teste
A sensibilidade do teste de stress em varo do joelho é de 25% para o diagnóstico de lesões no ligamento colateral lateral.

Harilainen A. “Evaluation of knee instability in acute ligamentous injuries.” Ann Chir Gynaecol 1987, 76 (5) :269-273.

Teste de stress em valgo do joelho

Descrição
Este teste é usado para avaliar a integridade do ligamento colateral medial do joelho (LCM). O ligamento colateral medial é importante para resistir à força em valgo no joelho devido à sua inserção ao longo do fémur, menisco e da tíbia. O LCM também desempenha um papel importante na restrição da rotação externa da tíbia.

Técnica
O paciente deve estar deitado de barriga par cima, com a perna a testar relaxada. O examinador deve passivamente dobrar a perna a cerca de 30º de flexão. Enquanto palpa a linha articular medial, o examinador deverá aplicar ao joelho do paciente uma força em valgo. Um teste positivo ocorre quando se observa dor ou movimento excessivo da articulação (algum deslizamento lateral é normal a 30º de flexão do joelho). O examinador deve certificar-se que não produziu uma rotação da anca durante a aplicação da força. Em seguida, o examinador deve repetir o teste com o joelho na posição neutra (0 º de flexão). O teste  é positivo quando se observa  dor ou deslizamento lateral. Não deve haver nenhum deslizamento lateral na extensão completa do joelho.

Precisão do teste
A 30º de flexão a sensibilidade do teste de stress em valgo do joelho é de 86-96% para o diagnóstico de lesões no ligamento colateral medial.

Garvin GJ, Munk PL, AD Vellet. “Tears of the medial collateral ligament: magnetic resonance imaging findings and associated injuries.” Assoc Can J Radiol 1993; 44 (3): 199-204.

Harilainen A. “Evaluation of knee instability in acute ligamentous injuries.” Ann Chir Gynaecol 1987, 76 (5): 269-273.

Teste de Apley

Descrição
O teste de Appley é usado para avaliar pacientes com suspeita de lesão nosmeniscos do joelho. O diagnóstico deste tipo de lesões meniscais pode ser difícil por os meniscos serem avasculares e não terem suprimento nervoso nos seus dois terços internos, resultando em muito pouca dor ou inchaço quandoocorre uma lesão.

Técnica
Adendo: Teste de distração de Apley
O ideal é realizar em um tablado, paciente em decúbito ventral, fisioterapeuta apoia o joelho dele na perna do paciente, joelho flexionado, estaremos realizando o teste dos ligamentos colaterais; Puxa para cima a perna e roda para lateral. Medial estaremos testando os ligamentos cruzados, puxa para cima a perna e roda para região medial.
Teste de Apley
Colocar o paciente em decúbito ventral, com o joelho flexionado a 90º. O examinador  roda então a tíbia lateral e medialmente, combinando este movimento primeiro com distração e depois com compressão. Se a rotaçãoacrescida de distracção é mais dolorosa ou mostra amplitude de rotaçãoaumentada em relação ao normal para aquele joelho (testar joelho contralateral), a lesão é provavelmente ligamentosa. Se a rotação acrescida de compressão é mais dolorosa ou mostra rotação diminuída em relação aonormal, a lesão é provavelmente no menisco.

Sensibilidade e fiabilidade
Num estudo prospectivo comparando os sintomas dolorosos pré-operatórios na interlinha articular do joelho com as descobertas de lesões meniscais efectivas por artroscopia nesse joelho, a sensibilidade deste teste foi entre 86% e 92%, com uma taxa de precisão global de 74% a 96% para o menisco medial e lateral, respectivamente.

Scholten RJ, Deville WL, Opstelten W, Bijl D, van der Plas CG, Bouter LM. Theaccuracy of physical diagnostic tests for meniscal lesions Assessing of the knee: a meta-analysis. J Fam Pract. 2001, 50:938-944.

Hegedus EJ, Cook C, Hasselblad V, Goode A, McCrory DC. Physical examinationtests for Assessing the torn meniscus in the knee: a systematic review withmeta-analysis. Journal of Orthopaedic and Sports Physical Therapy, 2007, 37(9), 541-50.

Teste de McMurray

Descrição
O teste de McMurray é usado é usado para avaliar pacientes com suspeita de lesão nos meniscos do joelho.

Técnica
Com o paciente deitado de barriga para cima, o examinador segura o joelho e palpa a linha interarticular com o polegar de um lado e os dedos do outro, enquanto que a outra mão segura a planta do pé e actua de modo a suportar o membro e proporcionar o movimento desejado. Neste caso o examinador em seguida, aplica uma tensão de valgo ao joelho, enquanto que, com a outra mão, roda externamente a perna e estende o joelho. Dor e/ou um estalido enquanto executa esta manobra pode indicar uma rutura do menisco medial. Para examinar o menisco lateral, o examinador repete esse processo mas aplica um uma força para varo no joelho e rotação medial da tíbia antes de estender o joelho mais uma vez.

Sensibilidade e fiabilidade
Uma recente meta-análise relatou valores de sensibilidade e especificidade de 70% e 71%. Este teste foi, por conseguinte, muitas vezes referido como sendo de limitado valor na prática clínica atual. No entanto, se os resultados positivos neste teste forem agrupados com os resultados positivos de outros testes, como o teste de Apley, o teste pode ser mais válido.

Hegedus EJ, Cook C, Hasselblad V, Goode A, McCrory DC. (2007) Physical examination tests for Assessing the torn meniscus in the knee: a systematic review with meta-analysis. Journal of Orthopaedic and Sports Physical Therapy, 37 (9), 541-50

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: A

Alternativa que indico após analisar: A

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VUNESP – IAMSP/HSPE 2011 – Questão 42

42. Na reabilitação do ombro, tanto a amplitude de movimento passiva como a ativa são de extrema importância. Considerando o movimento ativo de abdução do ombro, assinale a alternativa que representa os músculos essencialmente envolvidos na amplitude de 0 a 90°.

(A) Deltoide e trapézio.

(B) Deltoide e serrátio maior.

(C) Supraespinal e trapézio.

(D) Supraespinal e serrátio maior.

(E) Deltoide e supraespinal.

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Essa é fácil. De forma geral, podemos dividir as ações musculares do ombro em três amplitudes principais para abdução. Lembrando sempre que nenhum músculo trabalha isoladamente, e que o movimento articular voluntário é sempre resultado de uma ação coordenada de agonista, antagonista, estabilizadores e sinergistas.

Podemos dividir a abdução do ombro em 3 tempos.

No primeiro tempo, até 90º de ADM, os músculos principais agonistas são o deltoide e o supraespinhoso.

No segundo tempo, de 90º a 150º, os músculos principais agonistas são o trapézio e o serrátil anterior.

No terceiro tempo, de 150º a 180º, há a participação dos músculos paravertebrais. Se apenas um ombro está em abdução acima de 150º ocorre inclinação lateral na coluna por contração unilateral dos paravertebrais. Se os dois ombros entram em abdução acima de 150º ao mesmo tempo, ocorre um lordotização ou diminuição da cifose vertebral.

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: E

Alternativa que indico após analisar: E

VUNESP – IAMSP/HSPE 2011 – Questão 21

21. Com relação às provas e funções musculares, assinale a alternativa correta.

(A) A diferenciação entre a ação muscular de um músculo monoarticular e a de um músculo multiarticular é efetuada colocando-se o músculo monoarticular em desvantagem.

(B) A diferenciação entre a ação muscular de um músculo monoarticular e a de um músculo multiarticular é efetuada colocando-se o músculo multiarticular em desvantagem.

(C) Não existe um meio seguro de isolar os músculos monoarticulares quando há a ação de músculos multiarticulares simultaneamente.

(D) Não existe um meio seguro de isolar os músculos multiarticulares quando há a ação de músculos monoarticulares simultaneamente.

(E) Há várias articulações no corpo que possuem músculos que exercem exatamente a mesma função, tornando-se impossível o seu exato teste muscular.

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O conceito de músculo multiarticular é discutível. Normalmente temos um músculo de grande extensão que exerce ação em mais de uma articulação, como o quadríceps. Por mais que por sua origem ele exerça alguma influência na flexão coxofemoral, sua ação principal é a extensão do joelho. Um mesmo músculo pode ser agonista num movimento, sinergista em outra função e antagonista em outro movimento!

Vejam bem a alternativa “E”. Se você conclui de forma equivocada que um mesmo músculo age de forma idêntica em várias articulações vai desconsiderar as demais alternativas.

Em posição de desvantagem mecânica, o músculo monoarticular prossegue sua ação normalmente. Já o músculo multiarticular não terá a mesma capacidade.

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: B

Alternativa que indico após analisar: B

IDECAN – EBSERH – HC/UFPE 2014 – Questão 26

26. Segundo REESE (2000), a avaliação de força muscular se baseia em graus para classificar o tipo de força muscular. Assim, tem-se: – Grau zero; – Grau 01; – Grau 02; – Grau 03; – Grau 04; – Grau 05. Com base nessa classificação, assinale a alternativa correta.

A) Grau 01: ligeira contração, nenhum movimento.

B) Grau 03: movimento através da amplitude incompleta com gravidade.

C) Grau zero: mínima evidência de contração muscular pela visão ou palpação.

D) Grau 05: movimento através da amplitude incompleta contra a gravidade, sendo capaz de prosseguir contra uma resistência máxima.

E) Grau 04: movimento através da amplitude incompleta contra a gravidade, sendo capaz de prosseguir contra uma resistência moderada.

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Não chequei esse autor, mas me parece o mesmo Teste Muscular Manual clássico, mencionado em outras bancas. Acertei essa sem me dar o trabalho de verificar o autor, se pensarmos que o nível “0” é nenhuma contração e gradualmente aumentarmos para movimento contra resistência externa, todas possuem erros com exceção da “A”.

O “amplitude incompleta” é o que me parece valer uma pesquisa sobre os termos usados por esse autor para quem for prestar concursos dessa banca.

Um começo de pesquisa:

http://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/97071/cortez_pjo_me_guara.pdf?sequence=1

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: A

Alternativa que indico após analisar: A

Aeronáutica – EAOT 2002 – Questão 16

16 – Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, a seguir, assinale a alternativa correspondente.

1ª coluna

1 . Teste de Thomas

2 . Teste de Trendelenburg

3 . Teste de Milgram

4 . Teste de Patrick

2ª coluna

(  ) Destina-se a avaliar a força do músculo glúteo médio.

(  ) Serve para detectar as patologias do quadril e da articulação sacro ilíaca.

(  ) Tem função de determinar se existe patologia intratecal.

(  ) Específico para determinar contraturas em flexão do quadril.

a) 2 – 1 – 3 – 4.

b) 2 – 4 – 3 – 1.

c) 1 – 4 – 3 – 2.

d) 3 – 4 – 1 – 2.

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Questão fácil, não se impressionem com o volume dela. Muita espuma pra pouca água.

“Destina-se a avaliar a força do músculo glúteo médio”. Trendelemburg

A primeira e mais fácil já limita a resposta para duas altrnativas, “A” ou “B”. Vamos prosseguir para encontrar a correta. Na verdade só vou por a resposta mesmo, aprendi a montar videos tutoriais e vou deixar para mostrar a forma de resolver por vídeo, ficará muito mais didático. Aguardem que vou postar videos em breve.

“Serve para detectar as patologias do quadril e da articulação sacro ilíaca”. Patrick

“Tem função de determinar se existe patologia intratecal”. Milgram

“Específico para determinar contraturas em flexão do quadril”. Thomas

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: B

Alternativa que indico após analisar: B

Aeronáutica – EAOT 2002 – Questão 11

11 – Para medir o grau de anteversão do colo femoral, usa-se o Teste de

a) Trendelemburg.

b) Craig.

c) Patrick.

d) Allen.

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Teste de Craig
Descrição
Este teste é utilizado para determinar se existe anteversão/retroversão excessiva do fémur.

Técnica
O paciente encontra-se deitado de barriga para baixo. O joelho do membro inferior a ser testado é colocado a 90º de flexão. O examinador roda o quadril medial e lateralmente, enquanto palpa a área do grande trocanter, até encontrar o ponto em que esta proeminência óssea é mais saliente. O examinador mede então o ângulo do quadril com um goniómetro para determinar a quantidade de anteversão, utilizando o eixo ao longo da tíbia e uma linha perpendicular à marquesa como referências. Os valores normais encontram-se entre 8-15º de rotação medial.

Indivíduos com ângulos de anteversão (ou retroversão) anormal do quadril são mais susceptíveis a sofrer de conflito acetabular femoral, e, assim, de danos no labrum acetabular. A posição da cabeça do fémur, também afecta a marcha do indivíduo. Indivíduos com displasia da anca têm uma anteversão anormalmente elevada da anca, o que deve originar um ângulo de rotação medial dos quadris elevado e, como resultado, num padrão de marcha com os dedos virados para dentro.

Bibliografia:

Neumann, Donald. Kinesiology of the Musculoskeletal System: Foundations for Rehabilitation. 2nd edition. St. Louis, MO: Mosby Elsevier, 2010. 470-471.

http://fisioterapiajoaomaia.blogspot.com.br/2013/04/teste-de-craig.html

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: B

Alternativa que indico após analisar: B

FCC – TRE 13 2007 – Questão 41

41. A ausência da resposta do reflexo cutâneo abdominal indicará

(A) lesão do neurônio motor superior se a ausência for bilateral, e lesão do neurônio motor inferior de T7 a L2 se a ausência for unilateral.

(B) lesão do neurônio motor superior se a ausência for unilateral, e lesão do neurônio motor inferior de T7 a L2 se a ausência for bilateral.

(C) lesão do neurônio motor superior se a ausência for bilateral, e lesão do neurônio motor inferior de T7 a L2 se a ausência for contralateral.

(D) lesão do neurônio motor superior se a ausência for contralateral, e lesão do neurônio motor inferior de T7 a L2 se a ausência for unilateral.

(E) lesão do neurônio motor superior e do neurônio motor inferior de T7 a L2 se a ausência for bilateral.

LENHADOR.png

Engraçado que a FCC, uma banca reconhecidamente séria, repetiu algumas questões no ano de 2007. Na verdade embaralharam algumas coisas, mas o tema foi o mesmo.

http://www.mediafire.com/download/m6koq68hdlp2o4z/REFLEXOS+MEDULARES+%281%29.pdf

https://questoesdefisiocomentadas.wordpress.com/2015/11/22/fcc-trt-6-2007-questao-45/

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: A

Alternativa que indico após analisar: A