Dicas sobre resumos

andar

No momento os colaboradores são poucos, beeeem poucos, para dizer a verdade são 3, mas para uma semana dessa iniciativa acho bem satisfatório.

Em breve vou conseguir o suficiente para, caso necessário, começar a investir para aprimorar e elaborar formas de facilitar a assimilação do conteúdo exigido para concursos, que é bem amplo. Podemos dizer que é todo o conteúdo da graduação e mais um pouco.

Essa semana vou disponibilizar um resumo de neuroanatomia. Comecei a fazer resumos quando fiz uma prova em Suzano, em 2011, e tive dificuldade numa questão de anatomia  e tinha o resumo dobradinho no meu bolso. Levei para estudar no ônibus a caminho da prova. Pensei em pedir para ir ao banheiro e desonestamente ver a resposta, mas por algum motivo não quis fazer isso. Orgulho-me desse momento e tenho certeza que isso foi fundamental para que eu memorizasse muita coisa para as provas que fiz depois, afinal, como colocar no bolso o resumo de todo o conteúdo da graduação? Impossível, né!?

Mas há um lugar que podemos guardar esses resumos para colar na prova, e que o edital permite! Nosso cérebro é capaz de armazenar o conteúdo de milhares de bolsos. E não temos milhares de pernas…

Para tanto, existem algumas técnicas, como mapas mentais e outros atalhos. Não sou bom nessas coisas, admito, mas pretendo elaborar conteúdos baseados nesses métodos de memorização e aprendizado.

Mas a primeira postagem será apenas o meu resumo, que afinal só tem significado para mim, que elaborei. Portanto, para iniciarmos essa forma de aprendizado, gostaria que vocês colaboradores elaborassem resumos de neuroanatomia, contendo sistema nervoso central, sistema nervoso periférico e neuroanatomia celular.

Depois confrontem com o meu resumo, que já está na página 12. É quase uma apostila. Dessa forma vocês terão um resumo pessoal que fará sentido e ajudará na semana anterior ao certame que vocês prestarem. Devo disponibilizar esse resumo na quarta-feira.

Mas quem passar na minha frente em alguma prova de tribunal vai ter me doar um ano do salário.. humpf!

Duas aprovações no mesmo mês

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Olá galera.

Nesse ano andei dando uma olhada nos concursos abertos aqui  da região do interiorrrrrrr do Estado de São Paulo. Eu sempre morei na praia e ter vindo pra cá foi uma aventura e tanto para mim, não imaginava como era extenso e desenvolvido esse interior.

O total das provas de concursos de fisioterapia que prestei deve estar hoje por volta de umas 17 provas. Desse total, tenho três fracassos horríveis que são os cargos para fisioterapeuta em tribunais e o cargo  federal que concorri em 2014 e 2015, mas no fim das contas fui classificado em todos. Dessas 17, tenho certeza que 5 foram fraudulentas, alguns  desses certames inclusive foram investigados pelo ministério público. Faz parte dos riscos.

Realmente aprovado dentro do número de vagas foram 4. Fui chamado em dois deles, um assumi que é o de Rio Preto, onde estou agora, outro desisti da vaga por já estar empregado e os dois restantes ainda não me chamaram, porque foram agora em maio desse ano!!!

Prestei dois concursos que estavam abertos por perto aqui em maio. Vi que eram bancas com alguma experiência e decidi dar a cara a tapa. Fui aprovado em primeiro lugar nos dois!!!

Claro que não é nenhuma façanha pois são concursos pequenos, mas o que quero dizer com isso é que não é tão difícil passar. Estudo relativamente pouco para concursos, afinal essas questões aqui do blog são rápidas de montar e meus estudos de fisioterapia são dirigidos para as patologias que atendo, procuro artigos e evidências do que há de melhor, mas isso não agrega muito no estudo para concursos. .

Dei uma lida nos resumos que tenho prontos, o que de alguma forma foi suficiente para ativar minha memória. Há também outra questão, que é a maneira de resolução das provas, o que pretendo compartilhar com vocês em breve.

E, pasmem, fui bem nas questões de fisioterapia, mas em um deles a segunda colocada foi melhor que eu! Nesse certame o que fez a diferença foi minha pontuação em matemática e língua portuguesa. No outro só errei uma questão de fisioterapia, e na hora que vi o gabarito entendi o porquê, vacilei e interpretei errado uma das alternativas, e justamente a correta.

Não sei o que será daqui para frente, pelo meu horário em Rio Preto tenho condições de assumir qualquer um dos dois. Mas vou continuar de olho em concursos federais!

A gente nasce com algumas cartas que a natureza nos dá para iniciarmos o jogo da vida. Uns nascem com uma boa carta de inteligência, outros de carisma, outros de beleza. Eu nasci com a carta da persistência e vou tentar um “royal flush” para ganhar uma partida.

O fisioterapeuta desinteressado

Gaiola

O cliente chega e na avaliação o fisioterapeuta desinteressado observa seus lábios se mexendo, ouve algo como “dor” e “coluna”, ou “dor” e “ombro” ou “dor’ e “joelho”. Rapidamente essas palavras se combinam em sua complexa mente numa equação simples: “dor” + “parte do corpo” = “choquinho” ou “luzinha”. Na sua avaliação, de posse dos seus poderes dedutivos comparáveis aos do Dr House, nem precisou por a mão no cliente para saber qual o problema relatado. Durante o tratamento, boa parte das vezes só encosta para retirar a plaquinha de borracha do aparelho mesmo. Peraí, vamos ser honestos, ele também encosta para dar uma limpadinha ali no gel.

Enquanto o aparelhinho trabalha, ele fica no celular vendo a última piada do “whats” que a galera do grupo mandou. Se mulher, a fisioterapeuta desinteressada fica vendo as últimas fofocas que as meninas contaram. Afinal, o que importa conversar com o paciente para saber detalhes decisivos dos problemas, ele vai ficar reclamando de dor mesmo.

No começo o fisioterapeuta desinteressado tinha até um pouco de preocupação com as pessoas que atendia. Mas depois de se frustrar com alguns tratamentos em pacientes que tinha expectativa mas não evoluíram bem, já pensa que boa parte são velhos e  os problemas que têm não vão melhorar muito. E então o fisioterapeuta desinteressado põe choquinho em todo mundo, porque alivia um pouco a dor e assim ele não se cansa.

O fisioterapeuta desinteressado não se liga que o paciente está ali observando atentamente a tudo e sabe que não há muita fisioterapia que se possa fazer no celular. O cliente repara em tudo! Por mais aparentemente simples ou  desligado, sabe quando não está recebendo atenção do fisioterapeuta que o atende, mas o fisioterapeuta desinteressado não percebe isso.

E se faltar luz na clínica é preciso dispensar e reagendar os clientes, pois para o fisioterapeuta desinteressado não é possível se realizar um tratamento sem energia elétrica nas tomadas. Eletroterapia quando bem realizada é ótima, mas como protagonista de qualquer tratamento é fria.

Essa é uma critica construtiva e esse esteriótipo serve para homens e mulheres, quaisquer semelhanças com a realidade é mera coincidência. Não me inspirei em ninguém em especial, mas sei que infelizmente acontece.

É preciso interesse, e não apenas o financeiro.

É preciso interesse em sentir e compartilhar a dor da pessoa aos seus cuidados.

É preciso interesse em buscar o alívio para essa dor que você se interessou em sentir.

 

A bolinha e a fisioterapia

bolinha na mão

Essa todo fisioterapeuta conhece, e você estudante terá alguma pessoa te perguntando isso também algum dia. “Posso fazer exercício com bolinha para melhorar minha mão?”. Depende do objetivo, mas para maioria dos problemas que as pessoas utilizam, pode ser um tiro no próprio pé.

A BOLINHA NA FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA

Dúvida muito comum em pessoas com tendinopatias de punho, como a Síndrome do Túnel do Carpo, ou até com tenossinovite de Quervain. Muita gente tem certeza que se fortalecer a mão com a bolinha as dores vão acabar. E dessa forma garantem que cirurgiões de mão tenham sempre um caso urgente pra resolver.

O caso é que a tendinopatia é causada por alguns fatores anatômicos e funcionais combinados com “overuse”, ou seja, abuso de movimentos repetitivos, normalmente realizados de forma anti-ergonômica. Temos um processo inflamatório e lesões teciduais. A pessoa deve fortalecer sua mão? Não! Deve protegê-la!!! Deve reeducar todo o uso dos seus membros superiores, passando por posição da cervical e  do ombro, e principalmente punho e mão. Se após avaliação, houver constatação de desequilíbrio de força entre agonistas e antagonistas o fortalecimento pode ser iniciado, mas em condições específicas e raramente de flexores de punho e dedos.

E deve tratar antes de ter a necessidade de operar, sendo uma cirurgia com elevado grau de recidivas. Em parte porque voltam a fazer a mesma coisa que faziam antes de operar, da mesma forma, com a mesma tensão excessiva, na mesma posição anti-ergonômica. Nesse ponto está o papel do fisioterapeuta no “follow-up”, na sua rotina após o tratamento com fisioterapia. Orientar esse paciente pode ser tão importante para prevenir lesões como o tratamento foi para reabilitar a função comprometida.

Pra quem tem problemas que precisam dessas orientações e dessa reeducação ser atendido por um fisioterapeuta consciente é mais importante que ser atendido por um fisioterapeuta com diploma na melhor escola de terapia manual do mundo e pós-Doc, mas que por descuido não dê atenção a isso. Nada contra qualificações, mas títulos não ajudam se o fisioterapeuta não tiver esse genuíno interesse em resolver o problema da pessoa sob seus cuidados.

A BOLINHA NA FISIOTERAPIA NEUROLÓGICA

O texto abaixo retirei do blog do Humberto.

Como tudo começou…
Há muito, muito tempo atrás, Lima Duarte interpretou um personagem chamado “Dom Lázaro Venturini” na novela “Meu Bem, Meu Mal” da Rede Globo. Em determinado momento da trama este personagem sofre um AVE, e ao longo dos capítulos seguintes, o seu processo de reabilitação se resumia aos cuidados prestados pela “Dona Catifunda” e aos exercícios de apertar uma bolinha macia.
O mais fantástico nisso tudo é que de tanto apertar a bendita bolinha, Dom Lázaro voltou a ouvir, se movimentar e falar. Só não terminou a novela fazendo malabarismos na corda bamba porque o Lima Duarte tem medo de altura.
Infelizmente esta novela contribuiu na divulgação da falsa ideia de que uma pessoa com AVE deve ficar apertando bolinhas para recuperar os movimentos.

Agora falando sério
O grande problema de se entregar uma bolinha para uma pessoa que sofreu AVE ficar apertando é que este não é um exercício inofensivo. O AVE manifesta-se frequentemente por alterações do tônus e do controle motor voluntário. Nos membros superiores predomina o chamado padrão ou sinergia flexora, caracterizado por hipertonia dos principais grupamentos flexores gerando uma postura em adução e rotação interna do ombro, flexão do cotovelo, pronação do antebraço e flexão dos dedos.
De modo geral, este padrão permite ao paciente um certo controle sobre os músculos flexores (tanto que eles conseguem apertar a bolinha) porém existe grande dificuldade para conseguir abrir a mão, seja devido a espasticidade agindo como antagonista ao movimento extensor, seja por incapacidade de ativação dos músculos extensores.
Em ambos os casos, o fortalecimento dos músculos flexores de punho e dedos não contribui em nada para a recuperação do controle dos movimentos da mão. Na verdade, estes exercícios podem aumentar ainda mais a espasticidade e resultar em encurtamento muscular e deformidade da mão, dificultando a higiene, o posicionamento e a recuperação dos movimentos. http://fisioterapiahumberto.blogspot.com.br/2011/07/mitos-e-lendas-da-fisioterapia.html

MAS QUANDO USAR A BOLINHA?

Apesar de não servir para tendinopatias e AVE, a bolinha é um meio elástico que oferece resistência ao movimento de flexão dos dedos e da musculatura intrínseca da mão. Muita gente recomenda usar para ativar a circulação durante atividades de digitação por tempo prolongado, mas nesse caso é melhor uma bolinha com pontas, e realizar um exercício de rolamento da bolinha com pressão para baixo, e não ficar apertando a bolinha.

Ela é útil em recuperações pós-trauma e em alguns casos de lesão de nervos periféricos da mão, mas de qualquer forma, utilizada como única forma de tratar qualquer problema faz dela um mico e em alguns casos, um inimigo. Simplificar seu tratamento e ficar apertando bolinha não é muito prudente. Na melhor das hipóteses pode ser perda de tempo. Na pior, transforma em indicação cirúrgica uma disfunção que era tratável sem essa necessidade.

Na verdade, a grande vilã não é a bolinha,  mas a desinformação e a subsequente  imprudência na sua utilização.

Caminhos do bacharel em fisioterapia

diploma

Depois de anos, você se forma. É agora fisioterapeuta, um profissional de saúde de nível superior e pode exercer a profissão. Em meio à satisfação do objetivo alcançado, você precisa entrar em um mercado de trabalho que já está saturado há muitos anos. Há alguns caminhos que observei e venho observando há  anos. Não vou me ater à qualidade da formação nem ao grau de interesse pela profissão. Claro que isso importa, mas infelizmente não garantem a entrada no mercado de trabalho.

CAMINHO SUAVE

Situações de quem não vai bater muito a cabeça, como aquele menininho da meme “cara de quem nunca vai precisar comprar em 10 parcelas“.

Quem tem familiar envolvido na área da saúde

Quem possui pai, mãe, esposo, esposa ou familiar próximo que é médico com consultório ou clínica particular. O recém-formado pode se desenvolver na profissão sem pressões por produção e sem estar sendo avaliado a todo instante.

Quem possui situação financeira favorável

Nesse caso, o fisioterapeuta monta uma clínica na área de preferência e pode investir nos mais diversos cursos que existem, a maior parte deles caros e de retorno incerto. Mas o dinheiro não fará falta e algum conhecimento adquirido sempre pode ser utilizado.

Quem possui um QI

Por indicação é possível entrar no mercado de trabalho como terceirizado em prefeituras e em hospitais. Nada mais fácil e independente de mérito.

CAMINHO DO MEIO

Caminhos de quem decididamente tem algumas facilidades mas decidiu que precisa tomar decisões que serão decisivas para decidir seu futuro e decididamente não pode ficar indeciso.

Quem possui contatos e boa formação

Tempos atrás, quem se formava em faculdades públicas e em algumas particulares de renome tinha acesso facilitado ao mercado de trabalho. Atualmente a situação é tão restritiva que muitos fisioterapeutas com boa formação partem para o caminho suave, quando podem. Quando não podem, partem pro jeito mais difícil, que descrevo abaixo, em”caminho árduo”.

Incluo aqui também quem possui contatos que facilitem o prosseguimento a nível de mestrado e doutorado. Não é dos mais fáceis mesmo considerando que não estudamos física nem engenharia, mas ao menos psicologicamente e emocionalmente falando não é dos mais difíceis, já que a certeza de ter um diferencial após o término dos estudos pode permitir ao fisioterapeuta a entrada no meio acadêmico como professor em faculdades particulares, e após concluir o doutorado, em instituições públicas. Nesse último caso é por concurso, ok?

Quem empreende com sacrifícios

Aqui se encaixa quem montou uma clínica com alguma dificuldade, fazendo empréstimos com bancos ou familiares. Precisa de apoio, realizar marketing da clínica e fazer parcerias.

CAMINHO ÁRDUO

Nessa categoria está a grande massa dos recém-formados. Quase todos os que se formaram em faculdades particulares de pouca expressão(e qualidade?) podem ser incluídos nesse bolo. Como a maior parte desses empregos não possuem registro e o fisioterapeuta não ganha grande coisa para poder investir em previdência, então muitos não podem se dar ao luxo de adoecer ou tirar férias.

“Home care” e clínicas ou hospitais particulares

Essas três são de entrada simples e são situações que podem ser boas oportunidades para iniciar um desenvolvimento na profissão, desde que se esteja em mente um outro emprego melhor futuramente. Mas pode ser também pura exploração, com muito estresse e cansaço físico, mental e emocional..

No “home-care”, há muita dificuldade de tempo, dependendo da cidade e de seu trânsito. Boa parte são pacientes acamados, os atendimentos não são tão breves.

A exploração pelos planos de saúde, que pagam uma ninharia para cada atendimento do fisioterapeuta, se converte em exploração dos próprios fisioterapeutas, que acabam atendendo em ritmo de linha de produção em razão do valor final que lhes é destinado.

Consultório particular

Abrir um consultório particular não é muito caro, basicamente aluguel e alguns poucos itens para tratamento, mas como fazer um nome? Como conseguir clientes de forma a bancar as despesas decorrentes do empreendimento e ainda ter um lucro que seja melhor que o salário de um atendente de telemarketing? Nada fácil.

Concursos

Minha opção. Sempre fui um desastre em relações sociais. Optei pelos concursos não apenas pela estabilidade e benefícios. Já era concursado em um cargo de nível médio de uma prefeitura pequena, então vendia o almoço para pagar as parcelas da janta.  Não teria muita facilidade em lidar com a realidade de estar sendo explorado.

A concorrência é difícil, é necessária muita dedicação em aspectos que pouco tem a ver com a realidade prática da profissão. Estudar para concurso é diferente de estudar o conteúdo da graduação.

Creio que abarquei aqui a maior parte das variáveis dos recém-formados em fisioterapia. Acredito até que pelo menos metade dos recém-formados acaba mudando de profissão ou indo trabalhar em cargos de nível médio no comércio antes dos 3 anos após se formar. Alguns outros persistem por um tempo, e alguns poucos realmente conseguem conciliar sucesso financeiro com sucesso profissional e realização pessoal.

 

Você está estudando?

Tenho recebido entre 2 a 3 mil visualizações diárias no blog, mas sei lá, as vezes parece que não está valendo a pena meu esforço em comentar as questões. Por quê?

parafuso

No meu painel de administrador consigo ver de onde vem as visitas. Pelo menos umas 300 visualizações são de diversos países, maioria EUA e Portugal, mas países menores como Moçambique, Suiça e Angola também. Vejam um dia de semana:

Brasil,3213
Estados Unidos,227
Portugal,65
Austrália,7
Bolívia,2
Moçambique,2
Suíça,1
Paraguai,1
Espanha,1
Angola,1
França,1
Israel,1
União Europeia,1
Reino Unido,1
Noruega,1

Por quê alguém acessaria desses locais, para prestar concurso no Brasil quando vier pra cá? Certamente que não. Com certeza é alguém clicando e baixando as imagens ou programas-robô dos mecanismos de busca que vasculham todos os sites em buscas de tags.

Consigo também ver os termos que usam no Google para chegar até aqui. Muitos me parecem estudantes à procura de informações para trabalhos da faculdade ou escola.

Por isso, para que eu saiba se vale a pena ajudá-los e postar uma nova questão por dia ou se devo postar eventualmente, preciso saber quem realmente está estudando para concurso.

Já recebi emails de colegas aprovados em concursos e provas de aprimoramento, mas tem diminuido um pouco. Em março acho que ninguém.

Poste no comentários, um simples “eu estou estudando” já me serve de Feedback.