VUNESP – IAMSP/HSPE 2011 – Questão 34

34. Com relação ao tratamento da tromboflebite na fase aguda, assinale a alternativa correta.

(A) Repouso no leito, terapia anticoagulante sistêmica, sem elevação do membro envolvido, e exercícios passivos ou ativos de amplitude de movimento são contraindicados.

(B) Repouso no leito, terapia anticoagulante sistêmica, com elevação do membro envolvido, e exercícios passivos ou ativos de amplitude de movimento são contraindicados.

(C) Repouso parcial, terapia anticoagulante local, com elevação do membro envolvido, e exercícios passivos ou ativos de amplitude de movimento são indicados.

(D) Repouso no leito, terapia anticoagulante sistêmica, com elevação do membro envolvido, e exercícios passivos ou ativos de amplitude de movimento são indicados.

(E) Repouso parcial, terapia anticoagulante sistêmica, sem elevação do membro envolvido, e exercícios passivos ou ativos de amplitude de movimento são indicados.

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Na fase aguda de tromboflebite, e reparem que a conduta para fase crônica não é a mesma, deve-se ficar em repouso no leito e evitar movimentos ativos ou alongamentos, pelo mesmo motivo. A elevação do membro favorece a circulação gravitacional, e a terapia anticoagulante sistêmica, que obviamente é uma conduta médica, também é necessária.

Referência:

Sobreira ML , Yoshida WB, Lastória S, Tromboflebite superficial: epidemiologia, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento, 2007, Artigo de Revisão, Disponível em http://www.scielo.br/pdf/jvb/v7n2/v7n2a07, acesso em 03/12/2016

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: B

Alternativa que indico após analisar: B

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VUNESP – IAMSP/HSPE 2011 – Questão 33

33. Na área da angiologia, a atenção aos sinais e sintomas é de suma importância para o diagnóstico e diferenciação entre doenças arteriais e venosas. Baseado nisso, assinale a alternativa que descreve esses sinais e sintomas, respectivamente.

(A) Aumento na tolerância a temperaturas quentes e frias/ edema do membro afetado.

(B) Palidez/diminuição do crescimento de pelos distais à insuficiência.

(C) Alívio da dor com elevação do membro/piora da dor com elevação do membro.

(D) Piora da dor com elevação do membro/alívio da dor com elevação do membro.

(E) Edema do membro/diminuição da temperatura da pele.

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Questão interessante. Vou de “Control C / Control V”. Teoricamente, elevar membro com doença arterial provoca isquemia. Elevar membro com insuficiência alivia a pressão causada por disfunção venosa.

SINAIS E SINTOMAS DE DVP

Quando os vasos colaterais compensam de forma adequada a obstrução da artéria, pode ser que não haja sintomas em repouso, todavia, quando a demanda pelo fluxo sangüíneo aumenta, por exemplo, durante caminhadas, pode ocorrer a claudicação intermitente. Os sintomas na fase final são dor em repouso, particularmente a noite, e ulceração ou gangrena.

CLAUDICAÇÃO INTERMITENTE: A palavra claudicação procede da palavra latina “claudicatio” que significa manquejar, porém os pacientes com claudicação não mancam, eles param para repousar. A dor associada a claudicação intermitente é caracterizada por cãibra ou dor contínua, freqüentemente na panturrilha. Ela ocorre ao andar e é aliviada quando a pessoa interrompe a marcha, sem a necessidade de sentar-se. A claudicação intermitente ocorre mais comumente como dor na panturrilha, porém a obstrução vascular mias alta (ex. na aorta) causará dor nas nádegas e na parte superior das coxas e freqüentemente está acompanhada de Impotência. Isso é conhecido como “Síndrome de Leriche”. A obstrução das artérias ilíacas causa dor na porção inferior da coxa.

PÉS FRIOS: É uma queixa comum em pacientes com insuficiência vascular periférica, obrigando-os ao uso de garrafas de água quente, almofadas aquecidas e compressas úmidas quentes. Essas práticas podem ocasionar intensa queimadura do pé insensível ao calor, devido à neuropatia periférica.

DOR NOTURNA: É uma forma de neurite isquêmica que geralmente precede a dor em repouso. Ela ocorre a noite, já que durante o sono a circulação é geralmente do tipo central, com diminuição da perfusão das extremidades inferiores. A neurite isquêmica resultante torna-se intensa e interrompe o sono.

DOR AO REPOUSO: A dor em repouso, geralmente indica a presença de pelo menos duas obstruções arteriais hemodinamicamente significantes. Trata-se de uma dor persistente causada por isquemia do nervo. Apresenta picos de intensidade, piora a noite e pode requerer uso de narcóticos para seu alívio. Dores noturnas e ao repouso aliviadas quando em posição pendente. Essa posição aumenta o débito cardíaco, levando a menor perfusão das extremidades inferiores e ao alívio da neurite isquêmica.

AUSÊNCIA DE PULSACÕES: Caso a zona poplítea esteja obstruída, é possível que haja diferença na temperatura da pele em ambas as áreas patelares. A pele em torno do joelho, do lado isquêmico, muitas vezes é mais quente, devido aos vasos colaterais que se formam em torno da artéria poplítea obstruída.

PALIDEZ À ELEVAÇÃO: A palidez do pé, provocada por sua elevação e o retardo do enchimento capilar venoso são indicativos de isquemia.

DEMORA DO ENCHIMENTO VENOSO APÓS A ELEVAÇÃO: Normalmente o tempo de enchimento venoso e capilar é inferior a quinze segundos. Esse tempo pode ser prorrogado para minutos, quando a extremidade está gravemente isquêmica. Um tempo de enchimento capilar venoso além de quarenta segundos, indica isquemia muito grave.

RUBOR NA POSIÇÃO PENDENTE:

As extremidades com DVP grave, apresentam rubor após a permanência em posição pendente
Os pacientes com varizes também apresentam rubor na posição pendente devido a estase venosa.

As alterações isquêmicas da pele são caracterizadas por pele fria, atrófica e brilhante, perda dos pêlos no dorso dos pés e dedos, espessamento das unhas e freqüentemente infecções fúngicas. As unhas tendem a crescer mais lentamente quando a irrigação sangüínea está diminuída. A medida que se instala nova isquemia, o tecido subcutâneo se atrofia. A pele parece brilhante e rigidamente esticada sobre o pé. Pode ocorrer ulceração desses pés vulneráveis a pequenos traumatismos. A DVP contribui para a amputação ao impedir o fornecimento de oxigênio, nutriente (necessários para a cicatrização das feridas) e de antibiótico para combater a infecção.

Referência:

http://www2.unifesp.br/denf/NIEn/PEDIABETICO/mestradositecopia/pages/dvp.htm, acesso em 2/12/2016

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: D

Alternativa que indico após analisar: D

VUNESP – IAMSP/HSPE 2011 – Questão 32

32. Sabidamente o fumo causa várias doenças ao nosso organismo. Dentre as disfunções vasculares nos membros, a afecção que está diretamente relacionada à nicotina é a

(A) doença de Raynaud.

(B) doença vascular arterioesclerótica.

(C) tromboangeíte obliterante.

(D) oclusão arterial aguda.

(E) trombose venosa profunda.

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A doença de Buerger (tromboangeíte obliterante) é a obstrução das artérias e das veias de pequeno e de médio calibre, por uma inflamação causada pelo hábito de fumar.

Esta doença afeta, de forma predominante, fumantes homens entre os 20 e os 40 anos. Só cerca de 5 % dos doentes são mulheres. Embora se desconheça a causa da doença de Buerger, só os fumantes a contraem e, se continuarem a fumar, agravam-na. Devido ao fato de só um pequeno número de fumadores contrair a doença de Buerger, julga-se que existe algum fator que os deve tornar mais propensos. O como e o porquê de o fato de fumar cigarros ser a causa do problema continua a ser uma incógnita.

Sintomas

Os sintomas de um fornecimento reduzido de sangue aos braços ou às pernas aparecem de forma gradual; iniciam-se nas cabeças dos dedos das mãos ou dos pés e progridem pelos braços ou pelas pernas acima, até que, finalmente, causam gangrena. Cerca de 40 % das pessoas com esta doença também têm episódios de inflamação nas veias, particularmente as veias superficiais e as artérias dos pés ou das pernas. Nota-se frio, entorpecimento, formigamento ou ardor antes que se observe qualquer outro sinal. Muitas vezes, associa-se o fenómeno de Raynaud (Ver secção 3, capítulo 28) a cãimbras musculares, geralmente nos arcos dos pés ou nas pernas, mas raramente nas mãos, braços ou coxas. À medida que a obstrução se torna mais grave, a dor é mais intensa e mais persistente. Por outro lado, é característico o aparecimento precoce de úlceras, gangrena ou ambas simultaneamente.

A mão ou o pé sentem-se frios, existe uma sudação excessiva e tornam-se de cor azulada, provavelmente porque os nervos reagem à dor intensa e persistente.

Diagnóstico

Em mais de 50 % dos casos, o pulso está fraco ou ausente numa ou mais artérias dos pés ou dos pulsos. Com frequência, as mãos, os pés e os dedos das mãos ou dos pés tornam-se pálidos quando se elevam acima da altura do coração e vermelhos quando se baixam. Podem, assim, aparecer úlceras na pele e gangrena num ou mais dedos da mão ou do pé. A ecografia Doppler revela uma grave diminuição da pressão do sangue e do fluxo sanguíneo nos pés, nas mãos e nos dedos afectados. As angiografias (radiografias das artérias) mostram artérias obstruídas e outras anomalias da circulação, sobretudo nas mãos e nos pés.

Tratamento

Uma pessoa com a doença de Buerger deve deixar de fumar; caso contrário, o processo agravar-se-á de forma inexorável e, finalmente, será necessária uma amputação. Também deve evitar a exposição ao frio; as lesões por calor ou por frio, ou substâncias como o iodo ou os ácidos usados para tratar calos e calosidades; as lesões provocadas pelo calçado mais apertado ou por uma pequena cirurgia (por exemplo, alisar as calosidades); as infecções provocadas por fungos e por fármacos que podem levar a uma constrição dos vasos sanguíneos (vasoconstritores).

Aconselha-se a caminhar entre 15 a 30 minutos, duas vezes por dia, excepto as pessoas com gangrena, chagas ou dor em repouso, as quais, pelo contrário, podem necessitar de repouso na cama. Os pés deverão ser protegidos com ligaduras almofadadas para os calcanhares ou com botas de espuma de borracha. A cabeceira da cama pode ser elevada com blocos de 12 cm a 18 cm, para que a gravidade facilite o fluxo de sangue pelas artérias. Os médicos podem prescrever pentoxifilina, antagonistas do cálcio ou inibidores plaquetários como a aspirina, especialmente quando a obstrução é a consequência de um espasmo.

Nas pessoas que deixam de fumar, mas que ainda têm oclusão arterial, os cirurgiões podem melhorar o fluxo sanguíneo cortando certos nervos próximos para evitar o espasmo das artérias. Raras vezes, levam a cabo uma cirurgia de derivação (bypass) com enxertos, porque as artérias afectadas por esta doença são demasiado pequenas.

Referência:

Site da internet http://www.manuaismsd.pt/?id=54&cn=670, acesso em 30 de novembro de 2016.

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: C

Alternativa que indico após analisar: C

VUNESP – IAMSP/PREVENIR 2011 – Questão 49

49. João Manuel, 60 anos, após infarto do miocárdio, iniciou um programa de exercícios intra-hospitalar; isto diminuiu os dias de internação, minimizou os sentimentos de invalidez e insegurança, e permitiu a João Manuel recuperar sua autoconfiança e retornar as suas atividades. Em relação ao quadro de João Manuel, é correto afirmar que

(A) de maneira interdisciplinar, na fase intra-hospitalar, deve-se oferecer ao paciente: conhecimento básico sobre a patologia, identificar os fatores de risco do paciente para doença cardiovascular, iniciar a conscientização e modificação do paciente para prevenção secundária.

(B) deve-se considerar que, durante um protocolo de exercícios para cardiopatas, o gasto energético deve ser estimado em medida energética catabólica.

(C) apesar dos efeitos benéficos do exercício físico, mesmo sendo realizado de forma regular, não reduz a reincidência de infarto agudo do miocárdio.

(D) se durante a realização de um programa de exercícios o paciente referir angina, deve-se pedir calma ao paciente e não há necessidade de interromper o exercício.

(E) na fase intra-hospitalar, durante a realização de um protocolo de exercícios, não é necessário determinar a intensidade e a frequência por ser uma fase de curta duração.

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O caso clínico já deixa bem evidente como as questões psicológicas são determinantes para a boa evolução do quadro ao referir os sentimentos de invalidez e insegurança percebidos do paciente. Ao nos depararmos com um suicida numa janela, por mais que possamos olhar pra cima e dizer que a vida é bela, só o psicólogo tem os mecanismos para tratar adequadamente esses pacientes. Boa parte das teorias mais modernas sobre dor deixam claro a importância de não catastrofizar os problemas dos pacientes sob a pena de agravar suas dores. Um fisioterapeuta afoito pode fazer o paciente sentir mais dor sem nem tocar no corpo dele. Um fisioterapeuta mais experiente, ao sentir que a patologia está controlada e transmitir isso ao paciente, pode melhorar muito o quadro álgico. Isso pouco tem a ver com ser simpático ou descontraído. Nada disso vale sem uma base sólida. A alternativa “A” é perfeita nisso.

A “B” se aplica a grupos de pesquisa. Pouco viável de se aplicar na prática clínica e de necessidade duvidosa fora de um escopo acadêmico.

A “C” começa bem mas falseia no final.

As alternativas “D” e “E” pecam ambas por imprudência.

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: A

Alternativa que indico após analisar: A

VUNESP – IAMSP/PREVENIR 2011 – Questão 40

40. Em um paciente hipertenso, a diminuição da pressão arterial durante a hidrocinesioterapia pode ser justificada por

(A) supressão do hormônio vasopressina e do sistema renina-angiotensina e progesterona e do peptídeo natriurético atrial.

(B) aumento do hormônio vasopressina e do sistema renina- -angiotensina e aldosterona e estimulação do peptídeo natriurético atrial.

(C) supressão do hormônio vasopressina, aumento do sistema renina-angiotensina e aldosterona e estimulação do peptídeo natriurético atrial.

(D) supressão do hormônio vasopressina e do sistema renina- -angiotensina e aldosterona e supressão do peptídeo natriurético atrial.

(E) supressão do hormônio vasopressina e do sistema renina- -angiotensina e aldosterona e estimulação do peptídeo natriurético atrial.

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Esqueçam a “hidrocinesioterapia”. Vamos pensar em ação hormonal.

Vasopressina elevada = maior pressão arterial
Vasopressina reduzida = menor pressão arterial

“A vasopressina, também conhecida como arginina vasopressina (AVP) ou argipressina ou hormônio antidiurético (HAD, em inglês ADH, antidiuretic hormone), é um hormônio humano secretado em casos de desidratação e queda da pressão arterial; fazendo com que os rins conservem a água no corpo, concentrando e reduzindo o volume da urina. Este hormônio é chamado de vasopressina, pois aumenta a pressão sanguínea ao induzir uma vasoconstrição moderada sobre as arteríolas do corpo. O ADH atua no néfron, favorecendo a abertura dos canais de água (aquaporinas) nas células do túbulo de conexão e túbulo coletor”. (By wiki)

A “B” tá fora. Prosseguindo com seu intimamente relacionado sistema renina-angiotensina:

“A lógica fundamental que preside o funcionamento do sistema é responder a uma instabilidade hemodinâmica e evitar a redução na perfusão tecidual sistêmica. Atua de modo a reverter a tendência à hipotensão arterial através da indução de vasoconstricção arteriolar periférica e aumento na volemia por meio de retenção renal de sódio (através da aldosterona) e água (através da liberação de ADH-vasopressina). Portanto, o sistema renina-angiotensina-aldosterona se soma ao sistema simpático e ao ADH, compondo o trio de sistemas neuro-hormonais de compensação cardiovascular. O aumento de atividade desse sistema eleva a pressão arterial”.

A “C” tá fora. A alternativa “A” enfiou sorrateiramente um progesterona no meio desse sistema, estando fora também.Entre as alternativas “D” e “E”, a elevação do PNA promove a redução da pressão arterial.

“Além dessa importante função na regulação da pressão arterial e controle do equilíbrio hidroeletrolítico , o SRAA também atua na estruturação e função cardiovascular. A ativação excessiva desse sistema acarreta sérias consequências, como a Hipertensão Arterial, a Hipertrofia Ventricular Esquerda e a Insuficiência Cardíaca Congestiva, dentre outras. Para os indivíduos hipertensos, a hiperatividade desse sistema pode ser bastante perigosa de modo que foi preciso buscar meios de reduzir os seus efeitos ou até de interromper o funcionamento dele.

Um mecanismo fisiológico de controle da pressão arterial é realizado pelo coração através da liberação do Peptídeo Natriurético Atrial(PNA) -além desse, existem outros peptídeos que atuam em conjunto com o PNA. Algumas ações desses peptídeos natriuréticos são: vasodilatação, redução da liberação de Aldosterona e inibição do SRAA. O resultado dessas ações é a redução da pressão arterial. Por conseguinte, trata-se de um mecanismo anti-hipertensivo”.

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: E

Alternativa que indico após analisar: E

CESPE – STJ 2015 – Questões de 90 a 94

Com base nas adaptações ao treinamento físico previstas nas diretrizes da reabilitação cardíaca da Sociedade Brasileira de Cardiologia, julgue os itens que se seguem.

90 O treinamento aeróbico regular é capaz de produzir adaptações benéficas na frequência cardíaca e na pressão arterial, em decorrência da redução da hiperatividade parassimpática e aumento da atividade simpática.

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91 O tecido muscular esquelético já adaptado ao exercício é capaz de extrair maior quantidade de oxigênio durante a atividade física, o que permite ao indivíduo treinado atingir a mesma intensidade de exercício, com menor débito cardíaco, comparado a um indivíduo sedentário.

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92 A maioria dos estudos mostra melhora na função ventricular de pacientes portadores de insuficiência cardíaca que se submetem a treinamento aeróbico, pois a realização dessas atividades promove melhora da fração de ejeção do ventrículo esquerdo.

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93 O treinamento físico aeróbico é capaz de desenvolver adaptações na estrutura proteica miofibrilar e na composição enzimática da musculatura cardíaca, de maneira a acelerar o consumo de glicogênio muscular e de prolongar o tempo de exercício.

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94 Os efeitos crônicos da prática regular de exercícios relacionam-se, fundamentalmente, com a melhora da distribuição do fluxo sanguíneo nos segmentos corporais e com as adaptações específicas da musculatura esquelética.

FCC – SESA/BA 2005 – Questão 67

67. A prancha ortostática utilizada no tratamento de paciente politraumatizado visa prevenir

(A) os encurtamentos musculares.

(B) a hipotensão.

(C) as disfunções respiratórias.

(D) as úlceras de pressão.

(E) a dor.

prancha

No paciente politraumatizado e pressuponho que acamado, podemos prevenir a dor, úlceras, encurtamentos e disfunções respiratórias senm o axílio de uma prancha ortostática.

O ortostatismo contribui efetivamente para o melhor funcionamento do sistema fisiológico, psicológico e social, aumentando a autoestima, melhorando a saúde e a qualidade de vida desses pacientes acamados decorrente ao imobilismo. O uso da prancha ortostática como recurso no tratamento fisioterapêutico utiliza a ação da gravidade para proporcionar um melhor funcionamento sistêmico.

A posição ortostática aumenta o recuo elástico do pulmão e da parede torácica facilitando a contração abdominal influenciando de modo favorável na melhora da capacidade de sistemas e órgãos do corpo humano.

Alternativa assinalada no gabarito da banca organizadora: B

Alternativa que indico após analisar: B